terça-feira, 10 de agosto de 2010

Enfim só

A patroa foi viajar!
Ahá, bebidas, sexo, dançarinas exóticas, drogas (fanta uva e BigMac), bacanal...
Zzzzzzzzz... flip, virando a página da fantasia (delas)... silêncio, descanço aos ouvidos.

Uma ponta de cíumes todos temos, é algo natural. 
Mas sabemos que ninguém é propriedade de ninguém.
A máxima aqui em casa é: seja lá o que for fazer use camisinha e volte bem pra casa.
Rauzito já escrevia em "A Maçã"...

Admito, aqui escondido nesse meio "totalmente privado", que ela já me ofereceu até uma prostituta de presente.
Disse que aceitaria se ela brincasse comigo também.
Mas a preguiça falou mais alto. Ahahaha... caramba acho que tô ficando velho mesmo!

Bom, vai ver ela descobriu o segredo de eu querer comer apenas ela: não proibir nada.
Como se alguém pudesse...

Mas sozinho aqui no micro (mais jogando do que na net) lembrei do filme Into the Night com a Michelle Pfeifer e o Jeff Goldblum (tô com preguiça de pesquisar se é assim mesmo que se escreve) quando depois de descobrir estar sendo traído, vai se consolar com um amigo que diz que vai ajudá-lo levando-o a umas "meninas que fazem de tudo".
Ele pergunta ao amigo dele: "De tudo mesmo? Tudo? Até conversar?"

Aliás a trilha sonora é ótima! Mr. Riley B. King! Ops, mas isso é outra história...

Lembrei também de um "Profissão Repórter" do Caco Barcelos, onde o pessoal dele vive o dia a dia de alguns GP's.
Numa parte eles ficam o dia todo com um traveco acompanhando seu dia e sua noite.
Uma noite eles vão com o sujeito até a casa de um cliente e o aguardam por uma hora e pouco. Ela volta ao carro e diz a eles: "Desculpa, quando tenho que jantar demoro mais."
O "jantar" era somente um jantar. Nada mais.

Também vou contar o que se passou num puteiro numa despedida de solteiro que fui.
Risadas, meninas até engraçadas e muita conversa... sim, pasmem, várias mesas com caras namorando com as moças. Só. Fim.

As mulheres são meio surdas por natureza, umas mais que outras. Reclamam que não gostamos de conversar mas não sabem ouvir. 
Aliás como elas respiram entre as oito milhões de palavras por minuto?
Ah! O Tico cuida da respiração e o Teco das cordas vocais.
Aháháhá! Foi mal meninas.

Apesar de termos poucas palavras (sim é coisa de homem, macho do sexo masculino, assim como NÃO gostar de viajar, se não seríamos todos o Zeca Camargo ou o Cristiano Ronaldo) gostamos de ser ouvidos.

No mais, já que faz parte do assunto, sempre achei estranho a história dos "caras que comem todo mundo" e das "mulheres que não dão pra ninguém". Uma questão aritmética. Algo não bate.

Novamente, os "personagens" que essas pessoas assumem tornam a vida insuportável.
Acaba sendo necessário pagar pra ser ouvido e depois, pra manter o "personagem", dizer aos amigos que foi "uma coisa de louco".
De fato, é uma coisa de louco, mas bem mais doentio do que desregrado.

Por fim, vi (perplexo) milhares de adolescentes gritanto por um tal Justin qualquer coisa... já que elas serão as futuras progenitoras, não me parece que o mundo tenha alguma chance de melhora.

Como fui parar em tudo isso?
Não tenho a menor idéia.
Acho que foi por iniciar imaginando o que as mulheres pensam que os homens fazem sozinhos...