São mais de 5 horas de duração!
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
domingo, 20 de janeiro de 2019
5 Hours of Underrated Rock Music From the 70s
Um incrível trabalho de compilação de bandas de rock dos anos 70 (algumas dos 60) praticamente desconhecidas, ofuscadas por Led, Sabbath, Floyd, etc.
São mais de 5 horas de duração!
São mais de 5 horas de duração!
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Uma garrafa no oceano
Aqui do Wood só pros Stock's, que além dos "muitos amigos Pedros" (Rauzilto não perdoa) tem que encontrar sua significância e suas diretrizes sem o discurso das subjetividades culturais para justificar amoralidades (nunca o moralismo!).
Um devaneio para minha crença de que pouca gente compreenderá uma música como a abaixo, extremamente relevante na atualidade onde a "história antiga" (apesar de extremamente jovem - parafraseando aqui a profa Isabele Stengers eu seu ensaio espetacular "No tempo das catástrofes") se choca com a possibilidade de "uma outra história" (idem), somente possível para os que questionam o ladainha continuamente bombardeada de que somente as soluções "de ordem econômica" são possíveis (se já não houvesse tantos críticos contumazes antigos com argumentos incontestáveis, agora soma-se a história como atestado de um "futuro inexistente" para essas "soluções").
Enfim, mil coisas, como diria Charlie Brown...
Esqueça tudo acima... a música é linda... é o que basta.
Dos tempos em que ainda as faziam. Lynyrd Skynyrd (1973).
Um devaneio para minha crença de que pouca gente compreenderá uma música como a abaixo, extremamente relevante na atualidade onde a "história antiga" (apesar de extremamente jovem - parafraseando aqui a profa Isabele Stengers eu seu ensaio espetacular "No tempo das catástrofes") se choca com a possibilidade de "uma outra história" (idem), somente possível para os que questionam o ladainha continuamente bombardeada de que somente as soluções "de ordem econômica" são possíveis (se já não houvesse tantos críticos contumazes antigos com argumentos incontestáveis, agora soma-se a história como atestado de um "futuro inexistente" para essas "soluções").
Enfim, mil coisas, como diria Charlie Brown...
Esqueça tudo acima... a música é linda... é o que basta.
Dos tempos em que ainda as faziam. Lynyrd Skynyrd (1973).
Simple Man
Tradução meia boca do www.letras.mus.br:
Mamãe me disse quando eu era mais jovem
Sente aqui do meu lado, meu único filho
E ouça com atenção o que eu vou te dizer
E se você escutar, isto vai te ajudar em algum belo dia
Oh yeah!
Não tenha pressa, não viva rápido demais
Dificuldades virão e passarão
Encontre uma mulher, e encontrará o amor
E não esqueça, filho, existe alguém lá em cima
E seja um tipo simples de homem
Seja algo que você ame e entenda
Seja um tipo simples de homem
Você vai fazer isso por mim, filho?
Se puder?
Esqueça seu desejo pelo ouro do homem rico
Tudo aquilo que você precisa está em sua alma
E você pode fazer, se você tentar
Tudo que eu quero para você, meu filho
É que esteja satisfeito
E seja um tipo simples de homem
Seja algo que você ame e entenda
Seja um tipo simples de homem
Você vai fazer isso por mim, filho?
Se puder?
Menino, não se preocupe, você se encontrará
Siga seu coração e nada mais
E você pode fazer, se você tentar
Tudo que eu quero para você, meu filho
É que esteja satisfeito
E seja um tipo simples de homem
Seja algo que você ame e entenda
Seja um tipo simples de homem
Você vai fazer isso por mim, filho?
Se puder?
Querido, seja um homem simples
Seja algo que você ame e entenda
Querido, seja um homem simples
domingo, 30 de abril de 2017
Mais um dia, mais empobrecimento
Sou um velho headbanger, mas nem por isso deixo de gostar (e seria absurdo) de outras grandes vertentes da música personificados pelos seus maiores expoentes.
Faz um tempo que acompanho a trajetória rumo ao esquecimento do Belchior. Os rumores, as lendas, os julgamentos recheados de moralismo e lugar comum.
A simplificação dos boçais resume tudo a dinheiro e o quanto se ama o que faz, como se houvesse uma maneira de viver, um ou outro interesse patético e alguém se resumisse a sua profissão.
É o sumiço estratégico. De autopreservação. Até mesmo, porque não, da preservação dos bons conhecidos congelados num momento histórico, pois nada melhor para não se decepcionar e perder um bom amigo do que não descobrir que ele virou um boçal como todos os que você odeia... a unanimidade de Nelson Rodrigues.
Nietzsche, Schopenhauer, Heidegger, Sócrates e outras tantas trajetórias brilhantes rumaram ao auto-exílio... totalmente compreensível.
Quando se alia informação, inteligência e sensibilidade a angústia crônica é inevitável.
Eu não sou tão bom em nada, mas sou também apenas um rapaz latino americano.
O Belchior que a crítica vulgar não viu
Assinar:
Postagens (Atom)

