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domingo, 30 de janeiro de 2011

Monstrificando

Eu já escrevi sobre plásticas, mas realmente esse processo de "monstrificação" (parodiando meu sogro que é médico) é um assunto interminável.

Como bom hiperativo estava zapeando compulsivamente a TV e de repente me assusto com a figura da Cristiana Arcangeli. 
"Mostrificou" geral.

Está com as bochechas do Fofão (ou então de travesti que tomou borrachada da polícia),  a tradicional boca da Angelina Jolie com picada de abelha e a indefectível dose de botóx.


Pra quem as mulheres fazem isso?

Como elas mesmo dizem, nós (os homens machos do sexo masculino - esses normaizinhos mesmo, sem classificação especial) não sabemos a diferença de estrias e de celulite, o que, parcialmente, está correto (na verdade celulite ou estrias não chegam a ser impedimentos para nada, o que não podemos dizer o mesmo de grandes doses de burrice, síndrome da princesa encantada ou mau humor crônico - o tradicional mau humor feminino a gente encara).

E o mito das tetas sexys que parecem duas melancias? Em geral desproporcionais aos corpos franzinos massacrados por dietas de fome. E o pior é que os dois melões ficam bastante esquisitos sobre as costelas que ficam visíveis - vide a Deborah Secco, completamente seco.

E a bizarrice de retirar as costelas pra afinar a cintura?! 

E essa mania de alisar o cabelo e enfiar a cabeça num balde de água oxigenada?
Quem disse a elas que nós gostamos mais ou menos de cabelos lisos?
Quem disse a elas que gostamos mais ou menos das loiras?

Nós, os homens 'normais' (enfatizando, nem hemo nem homo, nem ubber nem ogro muito menos metro), gostamos de quem gostarmos.
Se o 'príncipe encantado' (nesse caso a dita cuja já caiu na síndrome da princesa encantada) gosta dessa ou daquela característica, esqueça esse ser, ele não deve gostar muito de você (leia-se você toda, humor, gênio, visual, manias, caráter, tiques, xiliques, trecos, troços,  cabelo, dedão do pé, etc).

Simples não?

Pois é, homem é simples mesmo.
Chegamos a ser simplórios. E a maioria é bundão mesmo.
E como eu sempre digo, quem escolhe são as mulheres. Sempre. Mesmo que  passivamente permitindo ou não uma abordagem.
E cá entre nós, adoro ser escolhido. É mais fácil.

Então, se elas escolhem, não precisam se "monstrificar" pra ninguém.
Dá-lhe sogrão!


quarta-feira, 7 de abril de 2010

As sílfides do paraíso

Mais uma idiota morreu por causa de uma lipoaspiração.

Não sei o que se passa com essa mulherada maluca; agradar aos homens é que não é. Pra agradar aos homens basta gostar de sexo e, de fato, fazê-lo (mesmo que a maioria dos machinhos sejam cagões e "amarelem", no fundo também gostam, apesar de as chamarem de "galinhas", mas já postei sobre isso).

Além da evidente baixa autoestima, a busca por resultados fáceis e a ganância também rolam nesse processo.

De modo análogo aos moleques que se injetam rios de esteróides sem nenhum conhecimento sobre o assunto e gastam toneladas de dinheiro com suplementos "miraculosos" as doidinhas, em vez de fazer uma dieta decente e alguma atividade física, optam pela "fácil" lipo (que não é nada fácil, já que é uma cirurgia com todos os riscos inerentes e um pós-operatório doloridíssmo).

A ganância vem da busca cega pela economia e facilidade de pagamento, que ofusca a busca por profissionais éticos e clínicas bem equipadas.

Do lado estético observo que as mocreias se agrupam em dois tipos: as com cara de traveco e as com cara de Glória Menezes.

Sobrancelhas finas que parecem de alguém que saiu de um incêndio.
Bochechas salientes como as do Fofão (nunca viu o Balão Mágico?).
Os olhos ficam afilados e quase um em cada têmpora.
A boca, ou fica parecendo uma buceta ou fica parecendo o Coringa.
Os dentes são tão brancos que acabam parecendo perereca de porcelana.
A tonelagem de botox impede qualquer expressão. Todas parecem o Chucky (ou a Ana Maria Braga) falando.
Aqueles melões ridículos, nitidamente artificiais, nunca combinam com o biotipo da proprietária. Sem falar que boiam na água, um negócio tosco.

 
Pelamordedeus, vão fazer terapia!
Eu não gosto de envelhecer também, mas tenham dignidade!

A única cirurgia da qual elas precisam seria uma que não existe: transplante (ou implante) de cérebro.

Donatela Versatti: olha que criatura!





Os caras também... olha a merda que o Paul Stanley fez!