segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Feriadão novamente

Feriadão é um show de horrores.
O pessoal larga de mão geral.
 
 

Você meu caro paulistano típico, imagine-se num supermercado por aí e se deparar com um tigrão com a pansa peluda à mostra e o indefectível chilelo de dedo (ou até mesmo os pezões de fora)?
Patético não?
Pois é, é isso que nós que moramos no litoral temos que olhar nos feriados.
 
E aquela mocréia gorda de biquininho e canga parecendo um botijão de gás com capa plástica acompanhando o indivíduo?
Assombroso não?
 
Wandercleisson, Charlene, Cleberson Carlos, Andréia Cristina e amigos.
 
 
A 'madama' de chapinha, maquiagem e celular na praia?
(NT - nota trágica: meu Deus, porque mulher cisma com alisamento?)
 
A molecada, esperança nacional, é um capítulo à parte.
Óculos escuro num dia nublado, prancha pra cá e pra lá pra pegar as marolas, enchem o saco de tudo o que é mulher e não comem ninguém.
 
Desfile de carros de "tunados" com aquele festival de mal gosto em alto volume e todo mundo sendo obrigado a escutar. Geralmente funk, pagode ou música sertaneja.
 
Faltou o adesivo: "se comesse alguém não precisaria chamar atenção".

Curiosamente lembro que antigamente não era bem tunning o nome mas sim uma designação peculiar nada politicamente correta que era atribuída aos taxistas e carreteiros colocavam na alavanca de câmbio aquela  esfera transparente com um caranguejo dentro.
 
Sinal dos tempos: essa manopla e uma porta cheia de zarcão deveria ser tunning também.

Praia Grande, Peruíbe ou Riviera de São Lourenço no final é tudo a mesma coisa. Gente normalmente massacrada pelo trabalho e pela rotina que acha que um feriado é capaz de amenizar suas frustrações e infelicidades.
Pelo menos alguma coisa no mundo é realmente democrática.

O retorno pra casa?
Que delícia, aquele congestionamento básico tradicional pra não perder o hábito do dia a dia.
 
 
 
Uma musiquinha pra animar...